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Veja O Que Há Entre Marte e Jupiter

Written By Voyager PT on Sunday, Jun 11, 2023 | 11:17 PM

 
Cinturão de Asteroides - Viagem ao Planeta que Nunca Formou Se inscreva no canal: https://m.youtube.com/channel/UCzDv816SxXdqkwp7lpEuXAg para acompanhar as próximas viagens! Confira as viagens anteriores do sistema solar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLHYdaaK3wbxKNqDUjmlbJj-UVK0PRvS4P #cinturaodeasteroides #universo #astronomia #asteroides #ceres Esse vídeo é uma simulação computadorizada, feita com o simulador Space Engine, as aparências dos astros podem não ser precisas. Os astros foram baseados no que se conhece sobre astronomia até o momento, novas descobertas podem fazê-los desatualizados. ------------------------------------------------------------------------------------------------ Tracklist: Follow me - Andrew Langdon Water Drips - Auroras Ambient Space Musics - Simon Wilkinson Headlights in the fog - White Bat Studios_Karl Casey After the War - White Bat Studios_Karl Casey Journey Into the black - White Bat Studios_Karl Casey --------------------------------------------------------------------------------------------- Desta vez adentramos ao cinturão de asteroides. Por mais relativamente próximo que seja da Terra, ainda há muito a ser descoberto, e a cada ano o numero de asteroides encontrado aumenta. A fronteira para os planetas gasosos. O primeiro asteroide foi descoberto em 1801. Os astrônomos conheciam planetas e luas, mas aqui estava algo inteiramente novo sob o nosso sol: milhares de pedaços e detritos rochosos rolando no espaço, enquanto orbitam o Sol entre Marte e Júpiter. Não se sabia o que eram. A primeira resposta, era que seriam resíduos de um planeta que se desintegrou, explodiu, ou teve algum outro fim cataclísmico. Mas a massa total do cinturão de asteroides resulta em apenas um milésimo a massa da Terra, muito pequena para formar um planeta. Então não, os asteroides não são um planeta que morreu, mas sim um planeta que nunca nasceu. Quando se pensa nesta região, imaginamos um lugar muito violento, com uma quantidade imensa de detritos de rocha e poeira, com pouco espaço entre si. Essa ideia já foi muito popularizada em filmes, onde naves espaciais tinham que realizar manobras difíceis para evitar colisões. Mas, na realidade, nosso cinturão de asteróides é principalmente espaço vazio! Apesar do fato de ocorrerem colisões constantes, as distâncias entre os asteróides são enormes. Chegam a milhões de km, mais que o dobro da distância entre Terra e Lua, tão longe que se estivéssemos em um asteróide, nem conseguiríamos ver outro a olho nu. Lembrando que a distancia de cerca de 400 mil km entre Terra e Lua, cabem todos os grandes planetas do sistema solar. A dificuldade em enxerga-los, é que a grande maioria é tão pequena, e dependemos que luz do Sol seja refletida pelas suas superfícies, para que se tornem visíveis. Estima-se que o cinturão possa hospedar cerca de 700 mil a 1,7 milhão de objetos, meio milhão de asteróides com diâmetros superiores a 3 quilômetros, e cerca de mil asteróides com diâmetro superior a 30 quilômetros são conhecidos. É possível que existam bilhões deles com mais de 100 metros de diâmetro no sistema solar. E apesar de seus grandes números, eles não somam muito. Se agruparmos todos os asteróides no cinturão principal, seria um corpo muito menor que a nossa Lua.