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Experiência de Racismo: Pare Tudo e assista. O que você faria?

Written By Buda Virtual on Saturday, Jun 07, 2014 | 05:38 PM

 
Reparou na última mulher? A senhora? Ela não se revoltou igual ao cara anterior a ela, confiando na capacidade de bondade da cabeleireira atriz, ela diz "Um dia você vai pedir desculpas" "Let's try to rise together" ela diz. A postura dela de assumir a responsabilidade e dizer "Isso não tem nada a ver com ela" é perfeita. O mais comum nessas situações é demonizarmos o demônio, e nos acharmos evoluídos, não é? O vídeo vale inteiro pela última moça. Quando a estabilidade, o amor, a generosidade são genuínos, não somos nós mesmos sentindo aquilo. Somos a própria estabilidade, o próprio amor, a própria generosidade ali, sendo emanados, o que naturalmente acaba "contagiando" os outros. Nem a atriz conseguiu manter o distanciamento, com a postura dela. Que sigamos com essa ausência de julgamento fruto do amor genuíno. Pelo igual, pelo diferente, pelo que faz "bem", pelo que faz "mal". (Dialogo entre Gustavo Gitti e Janine F de Barros no site olugar.org sobre o vídeo) "Somos todos como atores em uma peça de teatro que se confundiram com suas personagens; por isso, vemos uns aos outros como amigos ou inimigos. Uma vez que compreendamos isso, é irrelevante se as pessoas são conhecidas ou desconhecidas, feias ou bonitas, amáveis ou não. Em vez de classificar as pessoas, podemos aprender a superar os limites da nossa compaixão e a tratar todos os seres com a mesma bondade, com paciência e compaixão, ao invés de raiva ou apego." Chagdud Tulku Rinpoche "Quaisquer que sejam nossas circunstâncias externas, no fim das contas a felicidade ou infelicidade depende da nossa mente. Considere que uma companhia com quem nós ficamos, continuamente, dia e noite, é nossa mente. Você realmente gostaria de viajar com alguém que ficasse reclamando o tempo todo e ficasse dizendo quão inútil você é, quão sem jeito você é, alguém que lhe lembre de todas as coisas horrorosas que você já fez? Ainda assim, para muitos de nós, esse é o jeito que vivemos -- com esse crítico incansável, difícil de agradar e sempre nos rebaixando que é nossa mente. Ela ignora totalmente nossas qualidades e é genuinamente uma companhia muito triste. A questão é que quando nossa mente está cheia de generosidade e pensamentos de bondade, compaixão e contentamento, a mente se sente bem. Quando nossa mente está cheia de raiva, irritação, auto-piedade, ganância e apego, a mente se sente doente. E se nós realmente investigarmos isso, podemos ver que temos a escolha: podemos decidir amplamente que tipo de pensamentos e sentimentos irão ocupar nossa mente. Quando pensamentos negativos aparecem, podemos reconhecê-los, aceitá-los e deixá-los ir. Podemos escolher não segui-los, o que só colocaria mais lenha na fogueira. E quando pensamentos bons vêm à mente -- pensamentos de bondade, cuidado, generosidade e contentamento, e um senso de não segurar mais as coisas tão fortemente, podemos aceitar e encorajar isso, mais e mais. Podemos fazer isso. Somos o guardião do precioso tesouro que é nossa própria mente. Um coração genuinamente bom é fundamentado no entendimento da situação como ela realmente é. Não é uma questão de sentimentalismo. E um bom coração também não é uma questão de sair por aí num tipo de euforia de falso amor, negando o sofrimento e dizendo que tudo é benção e alegria. Não é assim. Um coração genuinamente bom é um coração que é aberto e é ávido por compreensão. Ele ouve as tristezas do mundo. Nossa sociedade está errada ao pensar que a felicidade depende da satisfação dos nossos próprios desejos e vontades. Por isso nossa sociedade está tão miserável. Somos uma sociedade de indivíduos, todos obsessivos com o esforço por nossa própria felicidade. Estamos desconectados de nosso sentido de interconexão com os outros, estamos desligados da realidade. Porque na realidade estamos todos interconectados." ~ Jetsunma Tenzin Palmo Legendas: budavirtual.com.br Acesse budavirtual.com.br para trechos de livros de grandes mestres.